Vidro e sua fabricação

Vidro – Como se fabrica

O vidro comum se obtém por fusão de elementos: 70% de dióxido de silício (SiO2), areia retirada de locais como fundo de lagos e de pedra cinzenta, 14% de carbonato de sódio (Na2CO3), 14% de carbonato de cálcio (CaCO3) 2% de componentes químicos, corantes e descorantes, fundentes e estabilizantes.
Os fundentes possuem a finalidade de facilitar a fusão da massa silícea e são compostos de óxido de sódio e óxido de potássio.
Os estabilizantes têm a função de impedir que o vidro composto de silício e álcalis seja solúvel e são: óxido de cálcio, óxido de magnésio e óxido de zinco.
Depois da extração das pedras, da areia e moenda do quartzo, procede-se a lavagem a fim de eliminarem-se as substâncias argilosas e orgânicas; o material é posto em recipientes de matéria refratária, para ser fundido. A mistura segue para um forno industrial e alcança o estado líquido quando atinge temperaturas de até 1500°C e quando se fundem as substâncias não solúveis sobem à tona e são retiradas.

massa incandescente de vidro

massa incandescente

A mistura que dá origem ao vidro é uma massa viscosa e dourada ao sair do forno, muito parecida com o mel. Escorre por canaletas em direção a um conjunto de moldes em que a dosagem para cada molde é do tamanho a ser criado (na indústria).
O primeiro molde serve para dar o contorno inicial do objeto a 1200°C deixando uma bolha de ar no seu interior.
No molde final um canudo é inserido na bolha. Por este canudo, uma máquina injeta ar, moldando o líquido até ganhar o contorno definitivo, (uma garrafa), a temperatura já está a 600°C e a garrafa vai ficando rígida.
Ela vai para o recozimento e é retirada do molde para esfriar por uma hora e estará pronta para ser usada.

Fabricação artesanal

fabricação artesanal

fabricação artesanal

É feita no interior de um forno, onde se localizam os recipientes refratários. Quando o material está quase fundido, o artesão imerge um canudo de ferro e retira-o rapidamente, após dar-lhe algumas voltas trazendo na sua extremidade uma bola de matéria incandescente. Agora a bola incandescente, se transforma numa bolha.

bola de vidro incandescente

bola de vidro incandescente

O artesão gira-a de todos os lados sobre uma placa de ferro chamada marma. A bola vai se avolumando até assumir forma desejada pelo vidreiro.
Finalmente a peça vai para a seção de resfriamento gradativo, e assim ficará pronta para ser usada.

Tipos

Existem muitos tipos que mesmo com a mesma base, possuem composições diferentes para destinos diferentes:

garrafas de vidro

garrafas de vidro

Sodo-Cálcio: Embalagens em geral, garrafas, potes, frascos e vasilhames nas cores, branca, âmbar, azul e verde;

tipos de vidro

tipos de vidro

Vidros planos: Indústria automobilística, construção civil, eletrodomésticos, planos lisos, cristais, impressos, temperados, laminados, aramados e coloridos;

vidraria de laboratorio

vidraria de laboratório

Borosilicato: Vidraria especial de laboratório, utensílios domésticos resistentes e choque térmico tigelas, travessas, copos, pratos, panelas e produtos domésticos;

vidros ao chumbo

vidros ao chumbo

Ao chumbo: Copos, taças, cálices, ornamentos, peças artesanais. OBS: O chumbo confere mais brilho ao vidro;
Fibras de vidro: Mantas, tecidos, fios e outros produtos para aplicações de reforço ou de isolamento;

vidros técnicos

vidros técnicos

Vidros técnicos: Lâmpadas incandescentes, fluorescentes, telas de TV, monitores, tela de celular, tabletes, lentes para microscópio, fibra óptica, vidros de indução, vidraria de laboratório, garrafas térmicas, oftalmológicos e isoladores elétricos.

Reciclagem

reciclagem de vidro

reciclagem de vidro

Os produtos devem ser separados por tipo e cores. As embalagens de geleia e os copos comuns não devem ser misturados aos vidros planos. cores de vidro

cores

As cores mais comuns são:
Âmbar: garrafas de cerveja, azeites e produtos químicos;
O translúcido ou branco: copos, geleias, refrigerantes e espumantes;
Verde: refrigerantes, vinhos e azeite;
Azul: vinhos e água.
O vidro reciclado retorna às vidrarias, onde é separado, lavado, triturado e misturado com mais areia, calcário, sódio e outros minerais. Tudo é derretido em fornos e volta a ser vidro novamente.

 

O vidro é 100% e infinitamente reciclável. Isto quer dizer que tudo que é de vidro, mesmo os recipientes quebrados, podem ser transformados em novos produtos.
É frágil quebrando com muita facilidade.
OBS: Os vidros técnicos são compostos por matérias-primas diferentes e não são facilmente reciclados, não misture com os outros tipos de vidro.

fonte:
http://www.infoescola.com/ecologia/reciclagem-de-vidro/

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A lâmina para microscópio

Lâmina é uma peça retangular, normalmente de vidro, às vezes em outros materiais, tanto inorgânicos como o quartzo, ou orgânicos (polímeros) como o policarbonato, o poliestireno, o acrílico e suas modificações.

Lâmina é uma placa de vidro de espessura aproximada de 0,3 mm, que serve para fixar qualquer estrutura microscópica.

lâmina lisa não lapidada

A lâmina é produzida variando suas dimensões de 15 x 40 mm até 50 x 76mm ou maiores, dependendo de sua aplicação. O mais comum é de 26 x 76mm nos países que adotam o sistema métrico, medidas originárias de 1 por 3 polegadas (25,4 x 76,2mm) que são o tamanho padrão para a construção de microscópios. Variam em espessura de 0,8 a 2mm, também dependendo da aplicação, mas mais usualmente têm a espessura de 1 a 1,3mm.

Lâmina é uma placa de vidro de espessura aproximada de 0,3 mm, que serve para fixar qualquer estrutura microscópica.

lâmina fosca

Podem ter uma ou duas extremidades fosqueadas, por jateamento ou corrosão com ácido fluorídrico ou fluoreto de amônio, ou ainda por escovamento com abrasivos, ou ainda pintura por serigrafia branca ou em diversas cores; com a finalidade de se escrever anotações ou rotulá-las neste espaço.
Podem ter as bordas cortadas com os cantos vivos ou lapidadas, tornando seu uso mais seguro por causa do caráter cortante do vidro.
Para algumas aplicações, podem ter uma de suas superfícies completamente ou regionalmente fosqueadas, quando não se faz necessária a transparência e é adequado um determinado contraste. Para outras aplicações são “escavadas”, formando cavidades destinadas a reter volumes de líquidos a serem examinados ao microscópio. Para as lâminas ditas escavadas, normalmente são usados em sua fabricação o vidro plano de 2mm de espessura, e as escavações, concavidades, tem normalmente 15 a 18mm de diâmetro e 1 a 1,5mm de profundidade. Placas de vidro com mais de 3 escavações, maiores e mais profundas e com espessura maior que 2mm, normalmente são classificadas como placas de toque e não são consideradas nem usadas em microscopia e se destinam normalmente a reações químicas em pequena escala.

Os modelos disponíveis tem opções: Lisa, Fosca Circular, Quadrada e Retangular, cada qual indicada para diferentes análises laboratoriais e com espessuras específicas.

lâmina fosca lapidada Imunofluorescência

As lâminas ainda podem ter sua superfície serigrafada com numerosas variações de células e divisões, com finalidades em análises em diversas aplicações, como a microscopia de fluorescência, a bacteriologia e a virologia.
Nas suas diversas aplicações as lâminas, podem ser usadas em conjunto com lamínulas podendo apresentar variações chamadas câmaras de contagem com finalidades específicas de contar ao microscópio diversos tipos de células, como células sanguíneas ou espermatozoides. Neste caso, apresentam gradeamento marcado em uma de suas superfícies, mesmo milimétrica ou menor (micrométrica), visando estabelecer áreas e permitir a contagem.

Os modelos disponíveis tem opções: Lisa, Fosca Circular, Quadrada e Retangular, cada qual indicada para diferentes análises laboratoriais e com espessuras específicas.

lâmina fosca

Especificações do vidro
Quando de vidro, a lâmina pode ser produzida em vidro de composição mais soda-cal, ou vidro dito alcalino, mesmo que em composições chamadas de vidro neutro (no que apresentam coloração, ao menos no sentido transversal, esverdeada), ou ainda de cristal, com alto teor de chumbo e mesmo com alto teor de bórax, em composições próximas do vidro borossilicato, quando são bastante incolores. São usadas também formulações de vidro que são incolores, eliminando os componentes, como o ferro que causam coloração, ou ainda os anulando em seus efeitos. Para câmaras de contagem, inclusive por sua maior espessura, são utilizados invariavelmente vidros de altíssima transparência, de alta qualidade ótica.

Abaixo as composições aproximadas de vidro utilizado em lâminas para microscopia.

Componente         no vidro “verde” (%)         no vidro incolor (%)
Dióxido de silício          72.2                                                    72.15
Óxido de sódio              14.5                                                     14.25
Óxido de cálcio               6.5                                                      6.25
Óxido de magnésio       4.4                                                       4.1
Óxido de alumínio         1.5                                                       1.12
Óxido de potássio          0.3                                                      1.15
Trióxido de enxofre       0.3                                                      0.3
Óxido de ferro (III)       0.1                                                       0.3
Óxido de titânio             0.05                                                    0.05

Propriedades físicas

Densidade do vidro: 2.4024g/cm3
Ponto de amolecimento: 724°C
Valor de dispersão (valor Nu): 64
Variância dimensional: ±1.5000
Expansão térmica: (0 -300°C) 8.36×106/ °C
Constante dielétrica: @20°C (68ºF) (1MHZ): ET =6.7
Modulo de Young: E = 10,000,000 lbs/sq in.
Modulo de Torsion: G = 4,000,000 lbs/sq in.
Raio de Poisson: µ = 0.2
Transmitância luminosa: @ 0.040: 91.8%
fonte: wikipédia

Lamínula

A lamínula, bem mais fina que a lâmina com aproximadamente 0,05 mm.

lâmina de microscópio e lamínula

A lamínula para microscopia é usada para sobrepor ao material biológico da lâmina durante a leitura no microscópio, o que permite uma melhor visualização do material e melhor identificação. As lamínulas para microscopia são fabricadas em vidro especial e embaladas á vácuo, todos os modelos das nossas lamínulas vem com uma espessura de 0,13mm a 0,16mm. São produzidas em vidro transparente de alta qualidade e sem imperfeições, limpa e adequada para uso direto da embalagem. A lamínula para microscopia possui formato quadrado e retangular. Caixa com 10 pacotes de 100 unidades e sachê de sílica para retenção de umidade.

Informações:

Finas placas de vidro, fabricadas em polímeros especiais, resistentes a substâncias químicas.

Espessura: 0,13 mm a 0,17mm.

Modelos com diâmetros diversos.

Formato quadrado e retangular.

Apresentação:

Caixa com 10 pacotes de 100 unidades e sachê de sílica para retenção de umidade.
Lamínulas com tamanho 18x18mm
Lamínulas com tamanho 20x20mm
Lamínulas com tamanho 22x22mm
Lamínulas com tamanho 24x24mm
Lamínulas com tamanho 24x32mm
Lamínulas com tamanho 24x40mm
Lamínulas com tamanho 24x50mm
Lamínulas com tamanho 24x60mm

Os modelos disponíveis tem opções: Lisa, Fosca Circular, Quadrada e Retangular, cada qual indicada para diferentes análises laboratoriais e com espessuras específicas. Confira todos os modelos e escolha a opção que melhor atende às suas necessidades.

 

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Dessecador

Dessecador completo

Dessecador completo

O dessecador é uma vidraria de laboratório que consiste num recipiente fechado que contém um agente de secagem chamado dessecante. Sua tampa é lubrificada (normalmente com graxa de silicone) para que se feche de forma hermética para que o conteúdo esteja completamente isolado do meio. É utilizado para guardar substâncias em ambientes com baixo teor de umidade. Caso a vedação não seja completa, a mesma tenderá a adentrar no recipiente.

Dessecador com torneira

Dessecador com torneira

Dessecador - tampa

Dessecador – tampa

O agente dessecante mais utilizado é a sílica-gel, um composto incolor. Costuma-se, entretanto ser adicionado um indicador de umidade, que contem sais de cobalto. Quando este seca apresenta uma coloração azul intensa. A desidratação de um analito (parte da amostra que é o foco da análise química) ou reagente é feita desta forma:
No dessecador são colocadas a sílica e a substância.
Com o recipiente tampado, a água, por diferença de pressão, ao sair da condição de solvente hidratando o sólido em questão evapora e tende a solvatar (combinar-se com molécula do solvente) os cristais de sílica, que possui propriedades higroscópicas absorvendo a umidade do ar.

Entretanto, após algum tempo, a eficácia da sílica torna-se inapropriada para os objetivos esperados, quanto mais se atinge o equilíbrio entre a concentração de água nos seus cristais e nos cristais da substância, mais difícil torna-se essa mudança.

Então se a pressão no interior do dessecador diminuir, o vapor de água contido em ambos na sílica e na substância tenderá a dispergir (espalhar-se em borrifos ou gotas) para o meio (também por diferença de pressão). Porém, a sílica geralmente é mais higroscópica que o outro sólido e perderá umidade para o meio mais facilmente. Ao saturar-se de umidade ela adquire uma coloração rosada e torna-se incapaz de absorver a água do interior do dessecador, devendo ser regenerada, até que readquira a coloração azul. Esse método é aplicado utilizando-se uma bomba para auxílio do processo de secagem de substâncias e é comum o acoplamento de uma bomba de vácuo para retirar os gases e vapores d’água do interior do recipiente e reduzir a pressão no interior do dessecador, quando o mesmo apresenta uma válvula para esta finalidade na tampa. Após o vácuo desejado, a válvula é fechada e a bomba de vácuo desacoplada.

vidrarias e equipamentos - dessecador

Dessecador

Dessecador

O dessecador completo com luva 300mm da mogiglass é um recipiente fechado onde se pode colocar um agente de secagem chamado dessecante (o dessecante mais utilizado é a sílica). Possui vedação para que feche de forma hermética e pode ser utilizado para guardar substâncias em ambientes com baixo teor de umidade.

Acompanha uma placa de porcelana.

onde comprar

 

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Vidrarias de laboratório

Os laboratórios, tanto de Química quanto de Física e Biologia, fazem uso de vários instrumentos, são chamados de equipamentos e vidrarias de laboratório.

As vidrarias de laboratório

São em sua maioria, instrumentos de vidro cristal ou temperado, para que as medidas sejam precisas e o recipiente não reaja com a substância contida nele. Entretanto, as vidrarias de laboratório devem ser tratadas com o maior cuidado possível, principalmente porque o vidro utilizado é mais trabalhado que quaisquer outros vidros, por isso mais caros. Os materiais de metal podem servir para suporte e manuseio das vidrarias. Existem também materiais de porcelana, de borracha ou plástico e materiais que são fontes de aquecimento.

vidrarias de laboratório - agitador magnéticoAgitador Magnético
Utilizado no preparo de soluções e em reações químicas quando se faz necessário uma agitação constante ou aquecimento.

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vidrarias de laboratório - almofariz

almofariz

Almofariz com Pistilo

Usado na trituração e pulverização de sólidos em pequena escala.

 

vidrarias de laboratório - alonga

alonga

Alonga

Serve para conectar o condensador ao frasco coletor nas destilações, direcionando o fluxo de líquido. Usado como suporte do funil na filtração.

 

vidrarias de laboratório - anel

anel

Anel ou Argola

Preso à haste do suporte universal, sustenta o funil na filtração.

 

vidrarias de laboratório - balança analitica

balança analitica

Balança Analítica
É usada para se obter massas com alta exatidão. Balanças semi-analíticas são também usadas para medidas nas quais a necessidade de resultados confiáveis não é crítica.

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vidrarias de laboratório - balão de destilação

balão de destilação

Balão de Destilação
É utilizado em destilações simples ou fracionado; o braço do balão é então ligado ao condensador.

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vidrarias de laboratório - balão fundo chato

balão fundo chato

Balão De Fundo Chato
Utilizado como recipiente para conter líquidos ou soluções, ou mesmo, fazer reações com desprendimento de gases. Pode ser aquecido sobre o tripé e a manta aquecedora.

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vidrarias de laboratório - balão fundo redondo

balão fundo redondo

Balão de Fundo Redondo
Utilizado principalmente em sistemas de refluxo e evaporação a vácuo, acoplado a um rotaevaporador. Utilizado também em reações com desprendimentos gasosos.

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vidrarias de laboratório - balão volumétrico

balão volumétrico

Balão Volumétrico 

Possui volume definido e é utilizado para o preparo de soluções com precisão em laboratório. É utilizado para preparo de soluções e para medir com precisão um volume único e fixo descrito no balão.

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vidrarias de laboratório - bastão de vidro

bastão de vidro

Bastão de Vidro

Serve para agitar ou transferir líquidos de um recipiente a outro. Ela é feita de vidro para não causar uma reação química na substância em questão.

 

vidrarias de laboratório - becker

becker

Béquer
É de uso geral em laboratório, servindo para dissolver substâncias, efetuar reações químicas, aquecer líquidos, etc. Também pode ser aquecido utilizando o bico de Bunsen em conjunto com a manta aquecedora.

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vidrarias de laboratório - bico de bunsen

bico de bunsen

Bico de Bunsen

É a fonte de aquecimento utilizada no laboratório. Não devem ser utilizadas substâncias inflamáveis.

 

vidrarias de laboratório - bureta

bureta

Bureta

É um equipamento calibrado para medir o volume de líquidos precisamente. Ela é graduada em décimos de milímetro e é muito utilizada em titulações.

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vidrarias de laboratório - cadinho

cadinho

Cadinho

Geralmente é feito de porcelana. Serve para calcinação (aquecimento a seco e muito intenso) de substâncias. Poder ser colocado em contato direto com a chama do bico de Bunsen. Suporta altas temperaturas (acima de 500°C), dependendo do material que foi construído, ferro, chumbo, platina ou porcelana.

 

vidrarias de laboratório - cápsula de porcelana

cápsula de porcelana

Cápsula de Porcelana

Peça de porcelana usada para evaporar líquidos das soluções e na secagem de substâncias. Podem ser utilizadas em estufas desde que se respeite o limite de no máx. 500°C.

 

vidrarias de laboratório - condensador

condensador

Condensador

Utilizado na destilação tem como finalidade condensar vapores gerados pelo aquecimento de líquidos. Os mais comuns são os de Liebig (retos), mas há também o de bolas e de serpentina. É comumente utilizado em conjunto com o balão de destilação.

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vidrarias de laboratório - conta gotas

conta gotas

Conta Gotas
Utilizado quando se deseja adicionar a uma reação/solução apenas algumas gotas de um determinado líquido, que pode ser um indicador, ou solvente, etc.

 

vidrarias de laboratório - dessecador

dessecador

Dessecador

Usado para guardar substâncias em atmosfera com baixo índice de umidade. Nele se guardam substâncias sólidas para secagem. Sua atmosfera interna deve conter baixo teor de umidade, para isso, em seu interior são colocados agentes secantes, como sílica gel.

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vidrarias de laboratório - erlenmeyer

erlenmeyer

Erlenmeyer

Tem as mesmas finalidades que o béquer ao fazer titulações, aquecer líquidos e dissolver substâncias, dentre outras, mas tem a vantagem de permitir a agitação manual – o seu afunilamento em cima anula o risco de perda de material.

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vidrarias de laboratório - espatula e colher

espatula e colher

Espátulas e Colheres 

Utilizadas para transferência de sólidos, são encontradas em aço inox, porcelana, níquel, osso e pp.

 

vidrarias de laboratório - estante para tubo de ensaio

estante para tubo de ensaio

Estante para Tubos de Ensaio

É usada para suporte dos tubos de ensaio.

 

vidrarias de laboratório - estufa

estufa

Estufa 

Com controle de temperatura através de termostato é utilizada para a secagem de material; costuma alcançar até 300°C.

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vidrarias de laboratório - funil de bunchner

funil de bunchner

Funil de Buchner

Acoplado ao kitassato e munido de papel de filtro é usado nas filtrações a vácuo.

 

vidrarias de laboratório - funil haste longa

funil haste longa

Funil Haste Longa

Ele é feito de vidro e é utilizado na transferência de substâncias entre recipientes e na filtragem de substâncias como o auxílio de um filtro de papel.

 

vidrarias de laboratório - funil de separação

funil de separação

Funil de Separação

O funil de bromo é utilizado para separar líquidos não miscíveis, ou seja, através da decantação. A torneira embutida nele permite que seja separado com facilidade.

 

vidrarias de laboratório - garra de condensador

garra de condensador

Garra de Condensador
Espécie de braçadeira que prende o condensador ou outras peças, como balões, erlenmeyers e outros à haste do suporte universal.

 

vidrarias de laboratório - garra dupla para bureta

garra dupla para bureta

Garra Dupla

Utilizada para fixar buretas durante a utilização.

 

vidrarias de laboratório - kitassato

kitassato

Kitassato
Utilizado em conjunto com o funil de Büchner em filtrações a vácuo. Compõe a aparelhagem das filtrações a vácuo. Sua saída lateral se conecta a uma trompa de vácuo. É utilizado para uma filtragem mais veloz, e também para secagem de sólidos precipitados.

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vidrarias de laboratório - manta aquecedora

manta aquecedora

Manta Aquecedora

Equipamento usado juntamente com um balão de fundo redondo; é uma fonte de calor que pode ser regulada quanto à temperatura.

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vidrarias de laboratório - medidor de pH

medidor de pH

Medidor de pH

Também chamado de pHmetro, mede o pH de uma solução. É constituído basicamente por um eletrodo e um circuito potenciômetro.

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vidrarias de laboratório - mufla

mufla

Mufla

A mufla é um aparelho que produz altas temperaturas. É utilizada na calcinação de substâncias por aquecimento até 1800ºC.

 

vidrarias de laboratório - papel filtro

papel filtro

Papel Filtro

Serve para separar sólidos de líquidos. O filtro deve ser utilizado no funil comum.

 

vidrarias de laboratório - pinça de madeira

pinça de madeira

Pinça de Madeira

Utilizada para segurar tubos de ensaio em aquecimento, evitando queimaduras nos dedos.

 

vidrarias de laboratório - pinça metálica

pinça metálica

Pinça Metálica ou Tenaz

Serve para manipular objetos aquecidos.

 

vidrarias de laboratório - pipeta graduada

pipeta graduada

 

Pipeta Graduada
Utilizada para medir pequenos volumes. Mede volumes variáveis. Não pode ser aquecida e não apresenta precisão na medida. Mede volumes variáveis e não pode ser aquecida.

 

vidrarias de laboratório - pipeta pasteur

pipeta pasteur

Pipeta Pasteur 

Usada para lavagem de vidrarias com solventes não aquosos ou então para transferências.

 

vidrarias de laboratório - pipeta volumétrica

pipeta volumétrica

Pipeta Volumétrica 

Usada para medir e transferir volume de líquidos, não podendo ser aquecida, pois possui grande precisão de medida. Mede um único volume, o que caracteriza sua precisão.

 

vidrarias de laboratório - pipetador tipo pera

pipetador tipo pera

Pipetador tipo Pera

Acoplado a uma pipeta ajuda a “puxar” e a “expelir” pequenos volumes de líquidos.

 

vidrarias de laboratório - pisseta

pisseta

Pisseta ou Frasco Lavador

Frasco de plástico usado para lavagens de materiais ou recipientes através de jatos de água, álcool ou outros solventes.

 

vidrarias de laboratório - placa de petri

placa de petri

Placa de Petri

Peças de vidro ou plástico. Utilizadas para desenvolver meios de cultura bacteriológicos e para reações em escala reduzida e também para observar a germinação das plantas e de grãos de pólen ou o comportamento de pequenos animais, entre outros usos.

 

vidrarias de laboratório - proveta graduada

proveta graduada

Proveta Graduada

A proveta é um instrumento preciso e, portanto, altamente recomendado para medição de líquidos. Pode ser encontrada em volumes de 25 até 1000ml. Não pode ser aquecida.

 

vidrarias de laboratório - suporte universal

suporte universal

Suporte Universal

É empregado na sustentação de peças e sistemas. Ele pode segurar, por exemplo, a bureta ou o funil de bromo.

 

vidrarias de laboratório - termometro

termometro

Termômetro

Mede a temperatura de substâncias ou do ambiente.

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vidrarias de laboratório - triângulo de porcelana

triângulo de porcelana

Triângulo de Porcelana

Suporte para cadinhos de porcelana colocados em contato direto com a chama do bico de Bunsen.

 

vidrarias de laboratório - tripe

tripé

Tripé 

Apoio para efetuar aquecimentos de soluções em vidrarias diversas de laboratório. É utilizado em conjunto com a manta aquecedora.

 

vidrarias de laboratório - trompa de vácuo

trompa de vácuo

Trompa de Vácuo

Dispositivo de vidro ou metal que se adaptam à torneira de água, cujo fluxo arrasta o ar produzindo “vácuo” no interior do recipiente ao qual estão ligados. Elas possuem um único sentido de passagem de água, por isso deve-se cuidar para a indicação no aparelho da posição que ficará para baixo.

 

vidrarias de laboratório - tubo de ensaio

tubo de ensaio

Tubo de Ensaio

Nele podem ser feitas reações em pequena escala e pode ser aquecido diretamente sob a chama do bico de Bunsen.

 

vidrarias de laboratório - vidro de relógio

vidro de relógio

Vidro de Relógio

Peça de Vidro de forma côncava é usado em análises e evaporações em pequena escala, além de auxiliar na pesagem de substâncias não voláteis e não higroscópicas. Não pode ser aquecida diretamente.

As vidrarias de laboratório e equipamentos publicadas nesta postagem são uma base para a disposição de um pequeno laboratório de onde todo o trabalho desenvolvido por pesquisadores, técnicos e professores são iniciados. É a essência conforme as necessidades de desenvolvimento aparecem e para as soluções de manipulação de amostras de pesquisas.

 

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Condensador de serpentina

Um condensador tem como finalidade condensar vapores gerados pelo aquecimento de líquidos em processos de destilação simples. Ele é dividido em duas partes: Uma onde passa o vapor que se tem interesse em condensar e outra onde passa um líquido (normalmente água) resfriado para abaixar a temperatura interna do condensador.

Um vapor aquecido entra no condensador e encontra uma superfície com uma temperatura inferior ao seu ponto de ebulição, e então condensa (ou liquefaz).

O condensador de serpentina é uma vidraria de laboratório que condensa os vapores gerados pelo aquecimento de líquidos em processos de destilação simples. No condensador de serpentina Graham de 300mm de área útil (diâmetro externo de 38mm, comprimento total de 450mm) com duas juntas 24/40 esmerilhadas (macho e fêmea) intercambiável a água circula externamente e o vapor internamente na serpentina do condensador, escorrendo e sendo recolhido na parte inferior.

Condensador de serpentina Graham

Condensador de serpentina

Condensador de serpentina

No condensador de serpentina Graham geralmente um Balão de destilação é acoplado em cada bocal. O vapor gerado no primeiro balão circula na câmara maior e a água resfriada circula na serpentina. Ao entrar em contato com a superfície resfriada da serpentina, o vapor condensa e escorre pelas paredes internas, sendo coletado no segundo balão. Sua ebulição é mais lenta dos três tipos de condensadores.
marca: mcientifica
código do produto: 18187

onde comprar

 

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Condensador de bola de 500mm

O condensador de bola de 500mm é um instrumento que têm aplicação exclusiva na destilação e têm como função condensar (passagem do estado gasoso ao estado líquido) os vapores obtidos na destilação. Tem como finalidade condensar vapores gerados pelo aquecimento de líquidos em processos de destilação simples. Ele é dividido em duas partes: Uma onde passa o vapor que se tem interesse em condensar e outra onde passa um líquido resfriado para abaixar a temperatura interna. Um vapor aquecido entra no condensador e encontra uma superfície com uma temperatura inferior ao seu ponto de ebulição e então condensa (ou liquefaz).

O condensador de bola de 500mm tem uma área maior, é mais adequado para condensação de álcool como etílico metanol e outros com pontos de ebulição próxima. No condensador tipo Allihn a água deve ser injetada na parte inferior e recolhida na superior para que a câmara mantenha-se sempre cheia de líquido e torne o equipamento mais eficiente.

Condensador de bola de 500mm

condensador de bola de 500mm

condensador de bola de 500mm

O condensador de bola é uma vidraria de laboratório da marca mogiglass que têm aplicação exclusiva na destilação e têm como função condensar (passagem do estado gasoso ao estado líquido) os vapores obtidos na destilação. No Condensador de Bolas Allihn de 500mm (diâmetro externo de 40mm, comprimento total de 660mm) sem juntas, a água circula externamente e o vapor internamente nas 5 bolas do condensador, escorrendo e sendo recolhido na parte inferior.

Código do produto: 18165
marca: mcientifica
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Condensador de bola de 300mm

O condensador de bola é um instrumento que têm aplicação exclusiva na destilação e têm como função condensar (passagem do estado gasoso ao estado líquido) os vapores obtidos na destilação. Tem como finalidade condensar vapores gerados pelo aquecimento de líquidos em processos de destilação simples. Ele é dividido em duas partes: Uma onde passa o vapor que se tem interesse em condensar e outra onde passa um líquido resfriado para abaixar a temperatura interna. Um vapor aquecido entra no condensador e encontra uma superfície com uma temperatura inferior ao seu ponto de ebulição e então condensa (ou liquefaz).

O condensador de bola tem uma área maior, é mais adequado para condensação de álcool como etílico metanol e outros com pontos de ebulição próxima. No condensador tipo Allihn a água deve ser injetada na parte inferior e recolhida na superior para que a câmara mantenha-se sempre cheia de líquido e torne o equipamento mais eficiente.

Condensador de bola

Condensador de bola de 300mm

Condensador de bola de 300mm

O condensador de bola é uma vidraria de laboratório da marca mogiglass que têm aplicação exclusiva na destilação e têm como função condensar (passagem do estado gasoso ao estado líquido) os vapores obtidos na destilação. No Condensador de Bolas Allihn de 300mm (diâmetro externo de 40mm, comprimento total de 350mm) sem juntas, a água circula externamente e o vapor internamente nas 5 bolas do condensador, escorrendo e sendo recolhido na parte inferior.
Código do produto: 18163
marca: mcientifica
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Condensador de bola de 200mm

O condensador de bola é um instrumento que têm aplicação exclusiva na destilação e têm como função condensar (passagem do estado gasoso ao estado líquido) os vapores obtidos na destilação. Tem como finalidade condensar vapores gerados pelo aquecimento de líquidos em processos de destilação simples. Ele é dividido em duas partes: Uma onde passa o vapor que se tem interesse em condensar e outra onde passa um líquido resfriado para abaixar a temperatura interna. Um vapor aquecido entra no condensador e encontra uma superfície com uma temperatura inferior ao seu ponto de ebulição e então condensa (ou liquefaz).

O condensador de bola tem uma área maior, é mais adequado para condensação de álcool como etílico metanol e outros com pontos de ebulição próxima. No condensador tipo Allihn a água deve ser injetada na parte inferior e recolhida na superior para que a câmara mantenha-se sempre cheia de líquido e torne o equipamento mais eficiente.

Condensador de bola

Condensador de bola

Condensador de bola

O condensador de bola é uma vidraria de laboratório da marca mogiglass que têm aplicação exclusiva na destilação e têm como função condensar (passagem do estado gasoso ao estado líquido) os vapores obtidos na destilação. No Condensador de Bolas Allihn de 200mm (diâmetro externo de 40mm, comprimento total de 350mm) sem juntas, a água circula externamente e o vapor internamente nas 4 bolas do condensador, escorrendo e sendo recolhido na parte inferior.

Código do produto: 18162
marca: mcientifica

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Condensador Liebig de 500mm

Os condensadores são instrumentos que têm aplicação exclusiva na destilação e têm como função condensar (passagem do estado gasoso ao estado líquido) os vapores obtidos na destilação. O condensador Liebig de 500mm é utilizado nas destilações em que o líquido entra em ebulição mais rapidamente e produz grandes quantidades de vapor, percorrendo o tubo cilíndrico reto.

Condensador Liebig de 500mm

O condensador Liebig de 500mm ou condensador reto é um instrumento laboratorial constituído por um tubo de vidro de forma cilíndrica no interior do qual se encontra outro tubo de vidro de menor diâmetro. O condensador de Liebig de 500mm é utilizado nas destilações em que o líquido entra em ebulição mais rapidamente e produz grandes quantidades de vapor, percorrendo o tubo cilíndrico reto.

condensador Liebig de 500mm

condensador Liebig de 500mm

O condensador Liebig de 500mm da marca mogiglass é uma vidraria de laboratório constituída por um tubo de vidro de forma cilíndrica no interior do qual se encontra outro tubo de vidro de menor diâmetro. Os condensadores Liebig de 500mm (diâmetro externo de 38mm, comprimento total de 650mm) são mais utilizados em destilações em que o líquido entra em ebulição muito rapidamente e produz grandes quantidades de vapor, não havendo necessidade de percorrer a serpentina para condensar (percorre o tubo cilíndrico reto).

código do produto: 18159

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Condensador Liebig de 400mm

Os condensadores são instrumentos que têm aplicação exclusiva na destilação e têm como função condensar (passagem do estado gasoso ao estado líquido) os vapores obtidos na destilação. O condensador Liebig de 400mm é utilizado nas destilações em que o líquido entra em ebulição mais rapidamente e produz grandes quantidades de vapor, percorrendo o tubo cilíndrico reto.

Condensador Liebig de 400mm

O condensador Liebig de 400mm ou condensador reto é um instrumento laboratorial constituído por um tubo de vidro de forma cilíndrica no interior do qual se encontra outro tubo de vidro de menor diâmetro. O condensador de Liebig de 400mm é utilizado nas destilações em que o líquido entra em ebulição mais rapidamente e produz grandes quantidades de vapor, percorrendo o tubo cilíndrico reto.

condensador Liebig de 400mm

condensador Liebig de 400mm

O condensador Liebig de 400mm da marca mogiglass é uma vidraria de laboratório constituída por um tubo de vidro de forma cilíndrica no interior do qual se encontra outro tubo de vidro de menor diâmetro. Os condensadores Liebig de 400mm (diâmetro externo de 38mm, comprimento total de 550mm) são mais utilizados em destilações em que o líquido entra em ebulição muito rapidamente e produz grandes quantidades de vapor, não havendo necessidade de percorrer a serpentina para condensar (percorre o tubo cilíndrico reto).

código do produto: 18158

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